Com concorrência acirrada, receita da telefonia móvel encolhe no Brasil

Economia & Negócios

26 de julho de 2018 | 04h00

A maior concorrência no segmento de telefonia móvel no Brasil tem puxado os ganhos das empresas para baixo e deixado um legado de ineficiência comercial no setor. Enquanto a receita líquida das principais operadoras encolheu 7,4% entre os anos de 2013 e de 2017, a relação das despesas comerciais ante os ganhos das cinco maiores do setor subiu de 24% para 27%, conforme estudo da consultoria PwC.

Em baixa. Com maiores despesas e menores receitas, a lucratividade das principais operadoras de telefonia móvel no Brasil foi ladeira abaixo. No período, essas empresas tiveram queda real de 18% na geração de caixa (medida pelo Ebitda).

Sem contrapartida. Além disso, o estudo da PwC mostra que a crescente demanda por dados tem pressionado as empresas a oferecer pacotes com volumes cada vez maiores, sem uma contrapartida proporcional em preços. Para se ter ideia, entre 2013 e 2017, o preço médio por gigabyte (GB) caiu de R$ 45,00 para R$ 13,00.

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