Com impulso de sócios, Cielo pode recuperar base que perdeu na crise

Com impulso de sócios, Cielo pode recuperar base que perdeu na crise

Economia & Negócios

23 Maio 2018 | 04h00

O empurrãozinho dos sócios Bradesco e Banco do Brasil vai permitir à Cielo recuperar mais da metade do parque de “maquininhas” que perdeu durante a crise e o acirramento da concorrência no setor. Do primeiro trimestre de 2015 para cá, o parque de terminais (POS, na sigla em inglês) da companhia se reduziu em 426 mil máquinas.

Três em um. O BB espera alcançar a marca de, ao menos, 125 mil maquininhas co-branded, que leva a sua marca, com a Cielo. Já o Bradesco mira 100 mil, totalizando juntos 225 mil. Um impulso adicional deve vir da Caixa Econômica Federal que se prepara para atuar em conjunto com a Cielo. A máquina é dividida, mas a receita do aluguel dos terminais fica todo com a Cielo.

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