Com missão de vender carteira, Serfaty, do conselho do BB, vai para BNDES

Com missão de vender carteira, Serfaty, do conselho do BB, vai para BNDES

Coluna do Broadcast

09 de outubro de 2019 | 04h00

O conselheiro independente do Banco do Brasil indicado pelo Ministério da Economia, Marcelo Serfaty, está de malas prontas para ir para outro colegiado: o do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Sócio-fundador do fundo de private equity (que compra participação de companhias) G5 Partners, Serfaty chegará ao banco de fomento com uma missão à frente: ajudar – e acelerar – a venda de ativos, que até aqui tem deixado a desejar. A expectativa é alta desde a chegada de Gustavo Montezano para a presidência do BNDES, que foi seguido por André Laloni, que deixou a Caixa Econômica Federal para assumir a diretoria de Investimentos, Mercado de Capitais e Crédito Indireto. Os bancos de investimento aguardam, com ansiedade, o envio dos primeiros RFPs, os pedidos de propostas, fato que será o sinal de largada para o início da venda de mais de R$ 100 bilhões em ativos detidos na carteira de renda variável do BNDES.

Barulho. Quando Serfaty foi indicado ao Conselho do BB, a Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb) entrou com uma representação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), alegando que seu nome representava conflito de interesse. Procurados, BB e BNDES não comentaram.

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