Conselho da BRF, para onde irá Pedro Parente, paga menos que o da B3

Conselho da BRF, para onde irá Pedro Parente, paga menos que o da B3

Economia & Negócios

20 Abril 2018 | 04h00

O desafio do presidente da Petrobras, Pedro Parente, será imenso à frente do Conselho de Administração da BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão e imersa em um prejuízo bilionário. O valor de sua remuneração, porém, tende a ser menor do que recebe na B3, cargo que renunciará com a eleição para o colegiado da processadora de alimentos, na semana que vem. Segundo os dados mais recentes dos formulários de referência das empresas, de 2016, o maior salário do conselho de administração da BRF foi de R$ 1,47 milhão por ano, ao passo que na B3 (na época ainda BM&FBovespa) era de R$ 3,4 milhões. Em 2014, contudo, quando a BRF ainda estava no azul, o presidente do conselho, no caso Abilio Diniz, ganhou R$ 3,2 milhões.

Lição de casa. A remuneração, no entanto, é formada por um honorário fixo mais uma parte variável, ou seja, o valor pode subir conforme o desempenho financeiro da empresa melhore. Na Petrobras, o salário anual da maior remuneração da diretoria, certamente a presidência, foi de R$ 2,24 mIlhoes.

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