CSN cancela assembleia e alega falta de quórum, mas minoritários questionam

Economia & Negócios

30 de abril de 2017 | 05h00

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) não realizou sua assembleia geral ordinária, que deliberaria, entre outros temas, sobre a composição do novo conselho de administração da companhia. A empresa diz que cancelou a (AGO) desta sexta-feira em sua sede, na Avenida Faria Lima, em São Paulo, por conta da falta de quórum em decorrência de problemas de movimentação na cidade. Minoritários dizem, porém, que a razão foi um pedido de impugnação do nome indicado pelo fundo de pensão da CSN, a CBS, justamente para a cadeira destinada a esses acionistas.

Conflito

A solicitação para impugnar o nome se deu com base em ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), divulgado neste ano, determinando que a vaga de acionistas minoritários no conselho é reservada para eleição em separado. Além disso, a prerrogativa dessa eleição “pertence a acionistas minoritários ou preferencialistas cuja vontade não pode ser determinada, de forma direta ou indireta, pelo acionista controlador ou por entidades em que ele, direta ou indiretamente, exerça influência determinante”, segundo o documento da autarquia.

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