Dynamo, acionista relevante da BM&FBovespa, pede acionistas no Conselho

Coluna do Broadcast

20 de janeiro de 2017 | 05h00

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(Foto: Márcio Fernandes/Estadão)

A Dynamo, gestora com participação importante na BM&FBovespa, sugere que o Conselho de Administração da Bolsa conte com a presença de acionistas de longo prazo, que “podem contribuir para as discussões em torno do melhor exercício deste delicado equilíbrio”. Para a gestora, em uma empresa de capital pulverizado – ou seja, sem controle definido -, como é o caso da Bolsa, o Conselho possui ainda mais protagonismo. No formato atual, o Conselho da companhia conta com a presença de apenas um acionista, que é representante da bolsa americana CME e está lá por questão contratual. O colegiado na BM&FBovespa é presidido pelo presidente da Petrobras, Pedro Parente.

Preocupações
A Bolsa está à espera do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para sua fusão com a Cetip e esse é um ponto de atenção para a Dynamo. Em carta a cotistas, a gestora, que iniciou seu investimento na Bolsa em 2011, disse observar, em especial, os remédios que podem ser adotados para o negócio.

Sucessão
No radar da gestora, também está a sucessão da companhia. Conforme já noticiou o Broadcast, o principal nome para suceder o presidente da Bolsa, Edemir Pinto, é o presidente da Cetip, Gilson Finkelsztain.

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