Ecometano espera emitir em janeiro primeiros créditos de descarbonização

Ecometano espera emitir em janeiro primeiros créditos de descarbonização

Luciana Collet

22 de dezembro de 2019 | 04h40

 FOTO TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Às vésperas do início do RenovaBio, programa do governo para estimular o mercado de biocombustíveis e reduzir a emissão de gases que contribuem para o efeito estufa, a produtora de biometano Ecometano está na reta final do credenciamento para emissão de Créditos de Descarbonização (CBIOs). Os créditos serão gerados a partir de um projeto de gás natural renovável (GNR) instalado no Aterro Sanitário Municipal Oeste de Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza. A expectativa é que os primeiros CBIOs da empresa possam ser emitidos em janeiro. O biometano é um biocombustível gasoso obtido a partir da decomposição de material orgânico.

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Expansão. Recentemente, o governo cearense assinou um aditivo de contrato com a Ecometano para ampliar em 50% a produção da GNR Fortaleza até 2021, de 80 mil m³ diários para 120 mil m³ diários. A ampliação vai demandar investimentos de até R$ 50 milhões e poderá gerar mais créditos de descarbonização no futuro.

Credenciamento. A Ecometano também pretende credenciar outra a unidade GNR Dois Arcos, localizada em São Pedro da Aldeia (RJ) para emissão de CBIOs. A empresa espera que a usina esteja apta a obter autorização para emitir créditos no primeiro trimestre de 2020.

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