Em busca de market share, Safrapay entra na guerra por MEIS

Em busca de market share, Safrapay entra na guerra por MEIS

Coluna do Broadcast

10 de março de 2019 | 11h52

O banco Safra quer abocanhar um pedaço do disputado mercado dos pequenos negócios e microempreendedores com sua maquininha, a Safrapay. Em busca de market share, vai atacar empresas com faturamento de até R$ 1 milhão ao ano. Para atraí-los no mar de maquininhas que se transformou o mercado brasileiro após a PagSeguro, do Uol, apostar no segmento, o Safra tem uma estratégia agressiva, na qual combina terminais sem custo e aluguel, e ainda 100 dias de taxa zero em transações no débito e no crédito.

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Assim como os demais concorrentes, o Safra também apostou em um padrinho popstar para suas maquininhas: o jornalista e apresentador Tiago Leifert. O banco entrou na arena das maquininhas em 2017 em uma ofensiva para obter as receitas de adquirência de seus clientes que até então estavam sendo dadas de bandeja para os concorrentes em um mercado que movimenta mais de R$ 1 trilhão em transações por ano. Agora, faz uma nova ofensiva para disputar os MEIs após boa parte do mercado já ter entrado neste segmento. A GetNet, do Santander, lançou a vermelhinha, a Cielo comprou a Stelo e a Rede, do Itaú Unibanco, lançou a Pop, aproveitando-se da marca Credicard. Mais recentemente, a Stone também entrou na disputa pelos MEIs.

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