Em cinco anos, exposição a riscos cibernéticos cresceu 10 vezes no Brasil

Em cinco anos, exposição a riscos cibernéticos cresceu 10 vezes no Brasil

Gabriel Baldocchi

13 de maio de 2021 | 05h40

O total de vulnerabilidades encontrado nas redes é hoje dez vezes maior do que o patamar de 2016. Esse número já compreende o “efeito pandemia”, com a adoção em massa do home office, sendo que somente em 2020, as vulnerabilidades tiveram um incremento de 40%. É o que mostra levantamento feito pela empresa brasileira de segurança cibernética GAT InfoSec, com mais de 100 mil ativos da plataforma da empresa. Ou seja, quaisquer ferramentas que possam trazer risco cibernético, desde sistemas operacionais até um endereço de email. A GAT tem entre seus clientes empresas como Cosan, Unimed e Sodexo.

Boa parte dessas falhas de segurança poderiam ser evitadas com práticas simples. Segundo a pesquisa, 70% das vulnerabilidades se relacionam à falta de atualização de servidores e estações de trabalho, sendo que 59% dizem respeito a problemas para os quais há correção há mais de um ano. Um achado ainda mais grave do levantamento é que 66% das falhas críticas identificadas não receberam nenhum tratamento apesar de as soluções para mitigá-las já estarem disponíveis há anos.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 12/05, às 18h27.

O Broadcast+ é uma plataforma líder no mercado financeiro com notícias e cotações em tempo real, além de análises e outras funcionalidades para auxiliar na tomada de decisão.

Para saber mais sobre o Broadcast+ e solicitar uma demonstração, acesse.

Contato: colunabroadcast@estadao.com

Siga a @colunadobroad no Twitter

Tudo o que sabemos sobre:

cibersegurançaGATpandemia

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.