Em queda de braço, siderúrgicas querem ajuste de 5% com montadoras

Em queda de braço, siderúrgicas querem ajuste de 5% com montadoras

Fernanda Guimarães e André Ítalo Rocha

17 de janeiro de 2020 | 05h00

FOTO: Clayton de Souza/AE

Diante de uma queda de braço, as siderúrgicas tentam ajustar em 5% o contrato anual de fornecimento de aço para as montadoras. Essa é a tentativa de Usiminas, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e ArcelorMittal. Entre as montadoras, a percepção é que esse aumento não será igual para todas as companhias e esse processo dependerá, ainda, de mais negociação. No início do ano, o setor de distribuição de aço já recebeu um aumento de 5%.

Justificativa. As siderúrgicas negociam ancoradas no viés do preço do aço internacional ser de alta. Além disso, a taxa de câmbio também pesa favoravelmente do lado das usinas. As montadoras, no entanto, buscas alternativas para a produção de veículos no País diante da crise da Argentina, que é o principal mercado internacional para as montadoras e tentam aumentar a competitividade para conseguirem exportar para outros países do Mercosul. Procuradas, Usiminas, CSN e Arcelor não comentaram.

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