Empresas que já pagaram taxa à B3 para abrir capital poderão fazer oferta de ações até 2021

Empresas que já pagaram taxa à B3 para abrir capital poderão fazer oferta de ações até 2021

Cristiane Barbieri

25 de março de 2020 | 04h50

As empresas e gestoras que estavam perto de fazer uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), de ações ou de cotas de fundos, e tiveram que postergar seus planos por conta da pandemia do coronavírus, que fechou abruptamente a janela para captações, não precisarão efetuar novo pagamento da taxa de análise e distribuição à B3 – um custo de cerca de R$ 120 mil – quando retomarem as operações. A bolsa brasileira deverá anunciar que aquelas que já realizaram o pagamento, até o fim deste mês mas que não realizarão a oferta na próxima janela por conta da reviravolta no mercado, poderão fazer o IPO até o fim do primeiro trimestre do ano que vem, sem novo ônus. Usualmente, essa taxa de análise é recobrada das empresas que mudam as datas de suas ofertas.

Ficou para depois. Apenas entre as companhias que se preparavam para abrir capital havia mais de 20 com pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Uma delas, a Vamos, de aluguel de caminhões, da JSL, tinha marcado, antes da subida da aversão ao risco, para precificar a ação em seu IPO amanhã, dia 25. No mercado o olhar é que as ofertas devem acontecer apenas a partir do último trimestre deste ano.

 

Notícia publicada no Broadcast no dia 24/03/2020, às 14h50

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