Escritório One, primeiro a migrar da XP para o BTG, também terá banco como sócio

Escritório One, primeiro a migrar da XP para o BTG, também terá banco como sócio

Cynthia Decloedt

09 de junho de 2021 | 05h40

O escritório One, primeiro a migrar da XP para o BTG Pactual em 2018, deve seguir a tendência e ter o banco como sócio parceiro. Eventualmente, o modelo a ser adotado será o de se tornar uma corretora. Mas o One observa os próximos passos da Comissão de Valores Mobiliários, que trabalha em eventual mudança de pontos relevantes da regulação dos agentes autônomos e deve permitir que sejam reconhecidas como sociedades anônimas e ter sócios investidores. Os custos de ser corretora são elevados, principalmente os relacionados ao fisco.

Com R$ 3 bilhões em ativos sob custódia, o One estima fechar 2021 com R$ 4 bilhões em suas mãos. O escritório concentra clientes private, com R$ 3 milhões disponíveis a serem aplicados. Recentemente, porém, criou uma unidade digital para quem tem mais de R$ 100 mil para investimento. A ideia é acompanhar esse cliente, muitos dos quais têm potencial de se tornarem private.

A partir dos próximos anos, a One se estrutura crescer aceleradamente. Quando saiu da XP, tinha R$ 1 bilhão em ativos sob custódia. Mas essa base caiu drasticamente, já que pela regulação os clientes não são dos escritórios de agentes autônomos. A decisão de migrar é dos clientes. O escritório diz que em nove meses com a plataforma do BTG Pactual, já havia recuperado o R$ 1 bilhão em ativos sob custódia.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 08/06, às 18h16.

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