Espaços vagos em galpões logísticos chegam ao menor nível já registrado

Espaços vagos em galpões logísticos chegam ao menor nível já registrado

Circe Bonatelli

22 de julho de 2022 | 05h40

Setor de galpões logísticos está aquecido com e-commerce. Foto: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Os galpões logísticos que abrigam centros de distribuições de mercadorias continuam em crescimento no Brasil, impulsionados pela expansão do comércio eletrônico. Em São Paulo, a área vaga ficou em apenas 9,6% no fim de junho, de acordo com a consultoria imobiliária Newmark. O levantamento é realizado desde 2014. Em março, a vacância estava em 11,4%. No primeiro semestre deste ano, os espaços alugados atingiram 561 mil m2, o dobro do mesmo período do ano anterior.

Entre as principais locações do último trimestre estão dois contratos fechados pela Shopee em Santana do Parnaíba e em Ribeirão Preto, outro da L’Oréal em Jarinu (região de Atibaia), e outro da Expresso Transporte e Turismo em Louveira.

 

Preços subiram 15% em relação ao ano passado

Com o mercado aquecido, o preço pedido médio mensal de locação em São Paulo fechou em R$ 21,17/m2 no segundo trimestre, 2,9% acima no primeiro trimestre e 15% maior em relação ao mesmo período do ano passado.

O parque de imóveis logísticos no Brasil chegou à marca de 29 milhões de m2 na metade de 2022 contra 16 milhões de m2 em 2014 – época em que ramo imobiliário ainda era incipiente. É como se 1.575 campos de futebol tivessem sido construídos nesse período.

 

Esta nota foi publicada no Broadcast  no dia 21/07/22, às 15h30

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