Especialistas em reestruturação não veem refresco para empresas em 2017

Coluna do Broadcast

19 de fevereiro de 2017 | 05h00

O ano de 2017 começou com uma demanda por reestruturação de passivo tão alta quanto 2016 e esse movimento não deve terminar logo. Ainda que haja perspectiva de recuperação econômica, o efeito no setor produtivo não é imediato e as empresas ainda sofrem com receitas comprimidas, falta de crédito e juro alto.

Círculo vicioso
A crise entre as empresas é sistêmica, diz um profissional, lembrando da repercussão nociva desse quadro para fornecedores e empregados. Mesmo que mega casos de recuperação judicial, como Oi e Sete Brasil, não estejam no radar, a chance de pedidos grandes, envolvendo passivo superior a R$ 2 bilhões, é elevada. A PDG, por exemplo, já é vista como um caso praticamente certo e envolve dívidas acima de R$ 5 bilhões.

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