Fintech de benefícios aposta em aprendizados da crise para faturar mais

Fintech de benefícios aposta em aprendizados da crise para faturar mais

Aline Bronzati

22 de abril de 2020 | 05h00

A Vee, fintech com foco no setor de benefícios, traçou metas ambiciosas de crescimento a despeito da crise gerada pelo novo coronavírus no Brasil, que obrigou as empresas a reverem suas projeções e, em muitos casos, abandonarem expectativas de desempenho. A novata espera faturar R$ 15 milhões este ano, o que significa 23 vezes mais que o resultado obtido em 2019.

Novo normal. O otimismo da Vee é sustentado no seu modelo de serviço. Voltada a pequenas empresas, a fintech oferece um pacote de benefícios flexível, digital e que pode ser adaptado conforme as necessidades de cada funcionário. Nesse sentido, a crise pode demandar a revisão dos pacotes até então ofertados com uma demanda mais flexível após o intensivão de home office por conta da pandemia.

Clã. Para ajudar a consolidar sua estratégia de crescimento, a Vee decidiu seguir um modelo de governança de grandes empresas e constituiu um Conselho de Administração com um time de especialistas no seu mercado. O colegiado é formado por Marcelo Nóbrega, que chefiou a área de recursos humanos da Arcos Dorados e Latam, o ex-Cielo Eduardo Gouveia, com passagens ainda por Multiplus, Alelo e Livelo, e seu xará Eduardo Guerreiro, que presidiu empresas como Sapore Benefícios e Viva Food.

Contato: colunabroadcast@estadao.com

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: