Governo prometeu inaugurar 5G na América Latina, mas deve chegar em quinto

Governo prometeu inaugurar 5G na América Latina, mas deve chegar em quinto

Circe Bonatelli

07 de novembro de 2021 | 05h00

Leilão do 5 G, na Anatel, na sexta-feira (05)  Foto:  Dida Sampaio/Estadão

Diferentemente do anunciado pelo ministro das comunicações, Fabio Faria, o Brasil não será o primeiro país da América Latina a adotar a internet móvel de quinta geração (5G). Na verdade, o Brasil está na disputa pela quinta colocação.

Até aqui, Uruguai, Porto Rico, Suriname e Peru já ativaram o sinal de 5G. O Brasil pode ficar no quinto lugar caso coloque a nova tecnologia para funcionar antes do Chile, que realizou o seu leilão de frequências no começo do ano.

O Uruguai puxou a fila, em 2019. Entretanto, a cobertura por lá é muito pequena e a exploração comercial mal andou desde então. O lançamento teve mais viés de marketing.

Já em outros mercados, a competição está a todo vapor. Em Porto Rico, três empresas oferecem planos 5G: Claro, Liberty Mobile e T-Mobile. No Peru, são duas: Claro e Entel. Já no Suriname, a nova geração de internet é operada pela Telesur. Nesta semana, a Entel Chile anunciou parceria com a Ericsson para fornecer 5G por lá.

O Ministério das Comunicações foi questionado se gostaria de enviar algum esclarecimento, mas não respondeu à Coluna.

 

Esta nota foi publicada no Broadcast  no dia 05/11/21, às 16h54.

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