Apagão do Amapá atrasa liquidação de título de dívida de subsidiária de energia de Taubaté

Apagão do Amapá atrasa liquidação de título de dívida de subsidiária de energia de Taubaté

Cynthia Decloedt

26 de novembro de 2020 | 05h05

Amapá estava sem energia há 21 dias, após blecaute no dia 3 de novembro Foto: Reprodução Twitter/Waldez Goes

 

O incêndio na subestação de distribuição de energia elétrica de Macapá, capital do Estado do Amapá, correu até o Estado de São Paulo, atingindo o processo de liquidação de uma debênture da empresa Linhas de Taubaté Transmissora de Energia (LTTE), adiado em cerca de 10 dias. A LTTE é também subsidiária da Gemini Energy, dona da Linhas de Macapá Transmissão de Energia (LMTE), que tem a concessão no Amapá.

Contamina? A venda das R$ 410 milhões de debêntures já estava feita e, inclusive, havia sido bem sucedida. Mas antes de fazer o “pagamento”, os investidores quiseram saber que prejuízos o incêndio poderia trazer para a Gemini, que garante as debêntures. A liquidação estava prevista para dias após o incêndio e foi concluída na semana passada.

Muita conversa. Nesse período, além de prestar um claro resumo da situação e dizimar evidências de responsabilidade no incêndio, a Gemini teve também de assegurar os debenturistas de que bancos credores da concessionária do Amapá não iriam cobrar empréstimos antecipadamente. Um parecer, ainda que informal, foi preciso de agências de rating. Procurada, a Gemini e a LTTE não comentaram.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 25/11/2020 às 15:37

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