Indicado ao conselho do BB, Guilherme Horn deve deixar Accenture

Coluna do Broadcast

10 de abril de 2019 | 04h00

O especialista em finanças e tecnologia Guilherme Horn, indicado para ocupar uma cadeira no Conselho de Administração do Banco do Brasil, deve se desligar da consultoria Accenture caso seja eleito na assembleia, que acontece no próximo dia 26. A decisão, segundo pessoas próximas a ele, visa a evitar possíveis conflitos de interesse, assunto que permeia a indicação do economista Luiz Fernando Figueiredo, da Mauá Capital, para a presidência do Conselho. Na Accenture desde 2014, Horn pautou sua carreira no mercado financeiro, com ênfase em questões de inovação e tecnologia. Dentre seus feitos, foi um dos fundadores da corretora Ágora, adquirida pelo Bradesco, e ainda da plataforma digital de investimentos Órama.

É, pode ser. Por falar no assunto, o BB admitiu, em resposta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), um “aparente conflito de interesse” na indicação de Figueiredo. Tanto é que o banco, a despeito do voto favorável do Comitê de Elegibilidade ao ex-BC, aguarda a opinião da xerife do mercado de capitais e da Comissão de Ética Pública da Presidência da República (CEP) para bater o martelo.

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