Indusval deve ter prejuízo em 2019, mesmo com aporte de R$ 250 mi

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O Banco Indusval deve fechar 2019 ainda com prejuízo apesar do aporte de R$ 250 milhões que está recebendo, fruto da mais recente reestruturação de suas operações, que teve início no final do ano passado. A injeção de dinheiro e o novo arranjo no banco foram necessários, já que nem mesmo o ingresso dos R$ 156 milhões da venda da corretora Guide para o chinês Fosun conseguiu reequilibrar as contas. No primeiro trimestre deste ano, o Indusval fechou com prejuízo de R$ 37 milhões e uma perda média de R$ 30 milhões é esperada a cada um dos próximos trimestres. O índice de Basileia, que indica a capacidade do patrimônio sustentar a operação de crédito, está negativo em 13,7%. E não é de hoje. Em dezembro de 2018, já estava negativo em 10,4%. Em março do ano passado, em -6,9%.

A ver. Para tentar resolver de vez os problemas do banco, que começaram em 2015, após a quebra da comercializadora de soja e milho Ceagro, o Indusval contratou a assessoria financeira Estáter. Além do aumento de capital, os reestruturadores têm um plano operacional ainda secreto previsto para entrar em vigor julho. Mas isso vai depender da homologação pelo Banco Central do aumento de capital, ainda sendo aguardada. Outras mudanças: os executivos que estavam na administração do Indusval foram para o Conselho de Administração e serão diluídos no aumento de capital. Procurado, o Indusval não comentou.

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