Insurtech surfa na onda do seguro “pay per use” e vendas saltam 240%

Insurtech surfa na onda do seguro “pay per use” e vendas saltam 240%

Aline Bronzati

08 de abril de 2020 | 04h10

As medidas de isolamento social, recomendadas para conter a curva de crescimento do coronavírus no Brasil, impulsionaram a demanda por um seguro ainda pouco difundido por aqui: o pay per use ou pague pelo uso. A insurtech Thinkseg, do ex-BTG André Gregori, viu suas vendas dispararem 240% apenas na segunda quinzena de março. A empresa opera com um modelo de assinatura mais quilômetros percorridos e apólices mensais.

Boomerang. Como a quarentena obrigou as pessoas a deixarem seus carros parados na garagem, a Thinkseg viu espaço para baixar o valor do seguro e atrair mais usuários para sua base. Além de diminuir o preço do quilômetro rodado, agora, vai cortar o preço da assinatura. Ao lado da seguradora italiana Generali, sua parceira no negócio, vai reduzir o valor da assinatura básica de R$ 79,00 para R$ 25,00. Na prática, o tombo é de 70%.

Dobra a meta. Pelo fato de o salto de 240% ainda levar em conta o preço antigo, a insurtech espera que o ritmo aquecido das vendas se mantenha. O custo da assinatura varia conforme o valor do automóvel e o endereço do segurado. O pós-crise também pode ser melhor com as pessoas mais conectadas após os difíceis dias em confinamento.

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