Itaú quer vender participação em dona do Frango Assado

Itaú quer vender participação em dona do Frango Assado

Fernanda Guimarães e Cynthia Decloedt

11 de novembro de 2020 | 05h25

O Itaú está fazendo algumas mudanças em seu portfólio, um dos efeitos da saída de André Caldas, ex-gestor de renda variável da asset do maior banco da América Latina. Uma das posições em que a intenção seria sair rapidamente é da IMC, dona das redes KFC, Pizza Hut, Viena e Frango Assado. A asset do Itaú vendeu na semana passada em Bolsa uma posição pequena e ainda possui uma fatia bastante relevante de 19,626% na companhia. A meta é vender tudo e um block trade poderia ser a opção, mas seria necessário ter um comprador engajado, visto que a posição não é nada líquida.

Foi também. O movimento estaria dentro da mesma estratégia que levou à saída da gestora da Guararapes, dona da Riachuelo. Entre 20 e 29 de setembro, o Itaú zerou sua exposição que era de 2,2% na varejista, mais uma posição que não tinha liquidez. A Guararapes, assim como a IMC, era uma participação do Fundo Phoenix. Fontes do mercado lembram que o Itaú tem diversos gestores independentes comprando e vendendo ações dentro da Itaú Asset. Procurada, a asset do Itaú não comentou.

Novos ares. No lugar de Caldas está Bernardo Gomes, que havia ingressado em seu time em setembro de 2019. Gomes, que atua há 20 anos com renda variável, foi sócio do JGP e BBM e agora lidera as estratégias de renda variável da asset. Além disso, o time foi reforçado com o ingresso ainda de Diogo Aquino, vindo da JGP, onde era um dos principais analistas da casa desde 2015 e já trabalhava em conjunto com Gomes.

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