JBS e Invepar aproveitam bom humor após 1º turno

JBS e Invepar aproveitam bom humor após 1º turno

Coluna do Broadcast

17 Outubro 2018 | 04h00

JBS e Invepar não deixaram para depois e, aproveitando a reação positiva do indicador que mede a percepção de risco dos estrangeiros em relação ao Brasil após o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais, foram buscar o bolso do investidor no exterior.

Em meio a esse cenário, o custo das captações por meio da emissão de bônus que ambas as empresas querem concretizar nesta semana tende a ser menor. O ambiente lá fora é favorecido ainda pela possibilidade de o juro dos EUA, que serve de referência nesse tipo de operação, ficar onde está até o fim do ano.

Sem opção. A Invepar, especificamente, tem a pressão do vencimento de uma dívida de cerca de R$ 1 bilhão com o fundo Mubadala. Para não ter risco de insucesso da colocação de até US$ 650 milhões, está oferecendo como garantia os dividendos da Linha Amarela, na cidade do Rio, e do MetroRio. Mesmo assim, vai pagar caro, segundo comentários.

O provável é que os bônus tenham uma remuneração em torno de 9% ao ano, semelhante aos títulos da estreia da Cemig no exterior. Para a JBS, a percepção é de que se proponha aos investidores uma remuneração em torno de 7% para os US$ 500 milhões em bônus. A companhia continuar revigorando sua imagem e vai usar os recursos para melhorar o perfil de sua dívida.

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