Justiça julga em fevereiro apelação da CSN sobre troca de controle na Usiminas

Coluna do Broadcast

24 de janeiro de 2017 | 05h00

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(Foto: Divulgação)

A Justiça irá julgar, no dia 8 de fevereiro, a apelação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que tenta provar que houve troca de controle na Usiminas no momento em que o grupo ítalo-argentino Ternium/Techint ingressou no capital da siderúrgica mineira, em 2012. A CSN, de Benjamin Steinbruch, briga pelo direito de receber 80% do valor de R$ 36 por ação, o chamado tag along, que foi pago pelo papel da Usiminas pela Techint/Ternium à época da compra. Essa ferramenta de proteção aos investidores minoritários em caso de troca de controle está prevista na Lei das S/As.

Briga antiga

Desde a entrada da Ternium na Usiminas, a CSN, maior acionista minoritária da empresa fora do bloco de controle, tenta provar que houve a troca de controle, não só na Justiça, mas também na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), xerife do mercado de capitais.

Recurso na CVM

Depois de um parecer desfavorável na Superintendência da autarquia, no fim do ano passado, a CSN entrou com um recurso alertando que a área técnica não buscou, por exemplo, a manifestação dos interessados, pedindo a anulação e posterior revisão do parecer.

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