Justiça nega pedido de fundo de Parisotto para indicar conselheiro na CSN

Coluna do Broadcast

13 de abril de 2017 | 05h00

A Geração Futuro Lpar, fundo que reúne ativos do empresário Lírio Parisotto, teve negado, na Justiça, seu pedido para indicar um conselheiro para a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), de Benjamin Steinbruch, empresa em que tem posição minoritária. Para o juiz, há conflito de interesse, visto que a Lpar é também acionista da Usiminas, concorrente da CSN. A decisão apontou ainda relação de proximidade do fundo com a Nippon Steel, sócio da Usiminas que há tempos trava uma briga societária com a Ternium. A preocupação é de que a Lpar pudesse “estabelecer um canal de informação entre CSN e Usiminas”, aproveitando-se indevidamente de “informações concorrenciais sensíveis”, o que poderia “acarretar graves danos à empresa”.

Nem sempre

A CSN, aliás, tem participação na Usiminas e conseguiu, via acordo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), indicar dois conselheiros independentes para a siderúrgica.

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