Militância é quem mais cobra diversidade em conselhos de empresas

Militância é quem mais cobra diversidade em conselhos de empresas

Circe Bonatelli

03 de fevereiro de 2021 | 05h06

 

 

As pessoas engajadas da sociedade em geral são as principais responsáveis pela pressão para que empresas contem com conselhos de administração diversos, isto é, formados por profissionais com diferentes visões de mundo devido à sua origem, região, cultura, etnia, gênero e poder aquisitivo, entre outras particularidades.

Pressão. Depois das militâncias, os maiores focos de cobrança pela diversidade dentro dos conselhos são, nesta ordem: os acionistas e investidores, a direção da própria empresa, os funcionários, as organizações sem fins lucrativos e, por último, o setor público.

Fonte. Os dados são de uma pesquisa realizada com 237 membros de conselhos de administração feita pela consultoria em recrutamento de recursos humanos Talenses Executive. Mas os pontos de pressão surtiram um efeito ainda limitado, de acordo com o levantamento.

Insuficiente. Quando perguntados se os conselhos de que participam já têm diversidade de integrantes, só 37% dos entrevistados disseram que sim. Já 31% dos entrevistados contaram que participam de alguns grupos que têm diversidade, mas outros não. E 24% afirmaram que não, em nenhum caso. Outros 7% disseram não ter certeza da resposta.

Contato: colunabroadcast@estadao.com

 

Esta nota foi publicada no Broadcast+ no dia 02/02/2021 às 15:45

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