Minoritários estudam questionar voto de árabe Mubadala em assembleia

Coluna do Broadcast

26 de fevereiro de 2017 | 05h00

Acionistas minoritários da Prumo Logística estudam se irão questionar o voto do fundo árabe Mubadala em Assembleia de acionistas que ocorreu na última sexta-feira (24), na qual foi rejeitado o pedido de um segundo laudo de avaliação da companhia, no âmbito da Oferta Pública de Aquisição (OPA) para posterior fechamento de capital. A Mubadala, que possui 6,90% da Prumo, votou contra a solicitação feita pelos minoritários. Para esses acionistas, no entanto, o fundo deveria ter sido considerado parte vinculada da EIG, controlador da Prumo e que está capitaneando a OPA. Segundo eles, uma carta enviada pela EIG teria deixado claro a ligação entre as partes.

Em estudo
O advogado Mauro de Sousa Pinto, representante dos minoritários, diz que medidas serão estudadas, mas que ainda não há um prazo. O Novo Mercado, segmento de mais elevadas exigências de governança corporativa da BM&FBovespa, e onde está listada hoje a Prumo, prevê que conflitos devem ir para a câmara arbitral.

 

Nem apareceu

O Itaú Unibanco, que tem 4,7% da Prumo, nem se envolveu. Simplesmente não enviou representante.

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