MP pede a plataforma sequestro de criptoativos de presos do MBL

MP pede a plataforma sequestro de criptoativos de presos do MBL

Cynthia Decloedt

12 de julho de 2020 | 05h01

 

Operação Juno Moneta realiza buscas em seis endereços, cinco em São Paulo e um em Bragança Paulista. Foto: Receita Federal

Operação Juno Moneta realiza buscas em seis endereços, cinco em São Paulo e um em Bragança Paulista. Foto: Receita Federal

O Ministério Público enviou ofício a plataformas e corretoras que operam criptoativos para sequestrarem investimentos de sete pessoas ligadas ao Movimento Brasil Livre (MBL). O pedido veio depois da prisão de dois empresários do MBL, Carlos Augusto de Moraes Afonso, conhecido nas redes sociais como Luciano Ayan, e Alessander Mônaco Ferreira, acusados de desvio de dinheiro e confusão patrimonial. Ambos teriam desviado mais de R$ 400 milhões de empresas.

Confuso. Conforme informou o jornalista do Estadão Fausto Macedo na manhã de sexta-feira, 10, as apurações miram suposta “confusão empresarial” entre o Movimento Brasil Livre e o Movimento Renovação Liberal (MRL), aponta o MP. O MBL se pronunciou em nota afirmando que “não existe confusão empresarial entre o Movimento Brasil Livre e Movimento Renovação Liberal, haja vista que o MBL não é uma empresa, mas sim uma marca, sob gestão e responsabilidade do Movimento Renovação Liberal – única pessoa jurídica do Movimento – o que é público e notório, inclusive posto publicamente em inúmeros litígios onde a entidade figura como autora e até mesmo Requerida”.

Contato: colunadobroadcast@estadao.com

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