Multinacional alemã de ferramentas “dribla” segunda onda e vê receita subir 46% no Brasil

Multinacional alemã de ferramentas “dribla” segunda onda e vê receita subir 46% no Brasil

Gabriel Baldocchi

30 de abril de 2021 | 05h30

Centro de distribuição da Stihl, em Jundiaí / Crédito: Divulgação

A exposição a setores menos afetados pela pandemia, como construção e agronegócio, permitiu à multinacional alemã de ferramentas Stihl avançar seus negócios no Brasil, apesar da piora da economia durante a segunda onda da crise sanitária. A filial brasileira fechou o primeiro trimestre com receitas de R$ 790 milhões, 46% acima do registrado em igual período de 2020.

O desempenho também segue favorecido pelo avanço de 26% nas exportações a partir da fábrica de São Leopoldo (RS). Mais da metade do faturamento da operação brasileira hoje é oriundo do exterior, a partir de mais de 70 países.

Os resultados permitiram mais investimentos para a filial brasileira. A matriz autorizou nova rodada de R$ 374 milhões neste ano, mais do que o dobro do volume investido em 2020. A intenção é construir um novo centro logístico, o terceiro do grupo no Brasil.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 29/04, às 16h14.

O Broadcast+ é uma plataforma líder no mercado financeiro com notícias e cotações em tempo real, além de análises e outras funcionalidades para auxiliar na tomada de decisão.

Para saber mais sobre o Broadcast+ e solicitar uma demonstração, acesse.

Contato: colunabroadcast@estadao.com

Siga a @colunadobroad no Twitter

Tudo o que sabemos sobre:

sthilfaturamentoexportações

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.