O caminho do Grupo Soma para ter o código Soma na B3

O caminho do Grupo Soma para ter o código Soma na B3

Fernanda Guimarães

02 de agosto de 2020 | 05h00

 

O Grupo Soma, dono de grifes bastante conhecidas como Farm, Animale e Cris Barros, teve de lutar para conseguir o código desejado para sua ação, que estreou hoje na B3 – o SOMA. Isso porque a Sociedade Operadora de Mercado de Ativos, criada em 1996 pela extinta Bolsa de Valores do Rio de Janeiro e depois comprada, em 2001 pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), ainda mantinha o código SOMA, vindo de suas iniciais, apesar de extinta. A B3 conseguiu, assim, viabilizar o “ticker” para a estreante. Dada a indisponibilidade do código no início do trâmite da oferta, o prospecto do IPO trouxe a opção “GSOM3”, que acabou não sendo usado.

Senta que lá vem história. A SOMA, não a de moda, foi inspirada na bolsa norte-americana Nasdaq. Era o primeiro mercado de balcão brasileiro, para registro de títulos de renda fixa. Essas negociações, porém, acabaram se concentrando na Cetip. Em 2017, a Cetip foi comprada pela BM&FBovespa, criando assim a B3.

 

 

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia31/07/2020 às 11:05:48.

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