Operações do Itaú BBA em geração distribuída somaram R$ 1 bi no último ano e meio

Operações do Itaú BBA em geração distribuída somaram R$ 1 bi no último ano e meio

Leandro Tavares

29 de setembro de 2021 | 05h20

Torres de linhas de transmissão de energia  Foto:MARCELO MIN/ESTADÃO

Após a aprovação do marco legal da geração distribuída (GD) na Câmara dos Deputados, em agosto, os negócios nesse mercado sinalizam que vão começar a ganhar velocidade. Antes da lei, o Itaú BBA já havia feito operações que somavam cerca de R$ 1 bilhão, no último ano e meio. As regras ainda não foram aprovadas no Senado, mas a instituição tem visto a demanda crescer ainda mais, segundo um dos responsáveis por energia na área de Project Finance do banco, Allan Batista Gabriel.

De acordo com ele, a demanda tem chegado ao Itaú BBA por meio de relacionamentos, já que esse não é o tipo de produto que o banco tenha em “prateleira” (jargão para ofertas prontas a serem feitas aos clientes) e necessita de garantia.

Como a GD ainda é um negócio em desenvolvimento, é necessário que investidores e consumidores o entendam, para o segmento deslanchar. Gabriel diz que o Itaú BBA apoia a GD, mas que, com o marco legal definitivo será mais fácil apoiá-lo por conta da “maior previsibilidade”.

 

Esta nota foi publicada no Broadcast+ no dia 28/09/2021 às 17h17.

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