Pandemia movimenta mercado de pilhas e estimula lançamentos

Pandemia movimenta mercado de pilhas e estimula lançamentos

Gabriel Baldocchi

25 de maio de 2021 | 05h20

Aparelhos como mouse exigiram mais das pilhas no home office. PIXABAY

As mudanças de hábitos no home office movimentaram a dinâmica até de mercados considerados maduros, como o de pilhas. O aumento na procura por modelos de maior duração (alcalinas) fez a Panasonic acelerar o lançamento de uma nova opção no País. A expectativa é dobrar, em três anos, a participação dos modelos premium dentro do segmento, dos atuais 15% para 30%.

A filial brasileira já vislumbra a possibilidade de fabricar o novo produto na unidade de São José dos Campos (SP), construída em 1974, a depender da demanda. A estreia aconteceu com importações do Japão e montagem na unidade paulista. A alcalina recém-lançada dura 18 vezes mais do que uma pilha comum. Até então, o segmento premium era representado por um modelo com duração 15 vezes superior, lançado em 2016.

Mercado de pilhas movimenta cerca de R$ 1 bilhão

O setor de pilhas fatura cerca de R$ 1 bilhão no Brasil e vinha se mantendo estável, em unidades, havia anos. A japonesa é líder do mercado, com participação de 40,7% em volume. As alcalinas representam 40% das vendas da Panasonic em unidades e 70% em receitas. Na crise sanitária, a empresa viu seu faturamento crescer 11% em 2020, quase o dobro do ritmo pré-pandemia. Em alcalinas, houve avanço de 8% em volume no ano passado, sinal da migração para os modelos de maior duração.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 24/05, às 13h36.

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