Pedro Parente teria plano de ficar dois anos na Petrobrás

Coluna do Broadcast

05 de janeiro de 2017 | 05h00

LINS5521 - RJ - 02/05/2016 - PETROBRAS/POSSE - ECONOMIA OE - Cerimônia de posse do presidente da Petrobras, Pedro Parente (foto) no Salão Nobre do Edifício Sede da Companhia, no centro do Rio de Janeiro. Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO

(Foto: Fábio Motta/Estadão)

Pedro Parente, presidente da Petrobrás, teria sinalizado a interlocutores que seu plano seria permanecer na estatal por cerca de dois anos, prazo esperado para o início da ‘virada’ (turnaround) da petroleira. Caso isso ocorra, ele poderia sair antes mesmo do fim do mandato de Temer. Meio ano depois de assumir a chefia da companhia, que esteve envolvida na operação Lava Jato, e após a venda de bilhões de reais em ativos, as ações da Petrobrás ficaram entre as que mais se valorizaram em 2016.

Fica

Além da presidência da Petrobrás, Parente é presidente do Conselho de Administração da BM&FBovespa. O cargo, aliás, vence em abril, e o executivo teria a intenção de permanecer na função. Quando assumiu a Petrobrás, em junho de 2016, ambas as companhias avaliaram que não havia conflito de interesse no exercício do executivo nos dois cargos.

No aguardo

A chapa do Conselho, no entanto, aguardaria a aprovação da fusão entre Bolsa e Cetip pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para ser formada.

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