PicPay se prepara para oferta inicial de ações na Bolsa

PicPay se prepara para oferta inicial de ações na Bolsa

Fernanda Guimarães e André Ítalo Rocha

05 de janeiro de 2021 | 05h00

Crédito da imagem: divulgação PicPay

 

Em meio a um cenário de maior competição no setor bancário, o PicPay, carteira digital que se popularizou no Brasil por permitir transferências instantâneas entre contas de diferentes bancos, se prepara para engrossar a lista de companhias de tecnologia que devem abrir capital em 2021. A fintech, contudo, ainda não fechou, formalmente, a contratação do sindicato que estruturará sua oferta, mas já começou a fazer as tratativas. O PicPay cresceu de forma acelerada em 2020, especialmente após o início do isolamento social imposto pela pandemia, que estimulou a digitalização de serviços financeiros. A empresa foi fundada em 2012 por três empreendedores de Vitória (ES) e comprada em 2019 pelo Banco Original, da J&F, que também controla a JBS.

Tração. De maio até o fim do ano passado, a fintech saiu de uma base de 20 milhões para 36 milhões de clientes. Além de ter sido beneficiado pela pandemia, o PicPay tem adotado algumas estratégias para estimular o aumento do número de clientes, como dar recompensas em dinheiro a quem indica o aplicativo a outras pessoas e oferecer rentabilidade de 210% do CDI a quem deposita recursos na carteira, taxa em vigor desde novembro e prorrogada até o fim de janeiro. Procurado, o PicPay não comentou.

 

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 04/01/2021 às 16:42

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