Primos de Steinbruch não conseguem liminar e decisão pode levar 3 meses

Primos de Steinbruch não conseguem liminar e decisão pode levar 3 meses

Economia & Negócios

29 Junho 2018 | 04h00

Os primos de Benjamin Steinbruch, Clarice e Léo, representados pela NFL Participações, terão que esperar para tentarem reaver seus direitos políticos nos negócios da família. Depois de perderem a primeira batalha na Justiça, em maio, eles recorreram da decisão no Tribunal de Justiça (TJ), mas tiveram negada liminar por um dos desembargadores. A decisão será dada, assim, pelo colegiado, o que deve ocorrer em cerca de três meses. A ação da NFL se deu em decorrência da assembleia da Vicunha Steel, em meados de janeiro, quando o acordo de acionistas deixou de ser reconhecido por Benjamin Steinbruch, presidente da CSN. A holding, que tem controle dividido entre Benjamin e seus irmãos (60%) e seus primos (40%), detém 50,3% das ações com direito a voto da CSN.

Encontro. Na CSN, os acionistas se reúnem hoje, 29, em assembleia, dois meses depois da data programada inicialmente, no fim de abril. O encontro foi cancelado pela CSN e gerou revolta entre acionistas minoritários. Na ocasião, esse grupo tentará instalar o conselho fiscal.

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