Programa de estatais da B3 tende a ganhar mais relevância com brecha na lei

Programa de estatais da B3 tende a ganhar mais relevância com brecha na lei

Economia & Negócios

13 Julho 2018 | 04h00

O programa de governança de companhias estatais da B3, lançado há um pouco mais de três anos, tende a ganhar mais relevância diante da brecha aberta com a aprovação, na comissão especial da Câmara dos Deputados, de parecer que retira da Lei de Responsabilidade das Estatais o veto de indicações políticas em tais empresas. Esse era um dos pontos considerados chave em tal legislação. No programa da Bolsa há, hoje, quatro companhias de capital misto: Petrobrás, Banco do Brasil, BB Seguridade e Eletrobrás. Nessa regulamentação, na qual a empresa estatal adere voluntariamente, está a necessidade de indicados para a administração terem requisitos mínimos, além da avaliação de administradores.

Timing. Apesar de ter sido lançado há três anos, os primeiros selos do programa saíram da gaveta há um ano, quando Petrobrás e BB estrearam. A B3 lançou o projeto em meio à turbulência das notícias de corrupção envolvendo as estatais e depois de discutir com participantes do mercado um modelo de programa que buscasse o aprimoramento de governança corporativa dessas companhias.

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