Renda fixa segue perdendo espaço na carteira do público de alta renda

Renda fixa segue perdendo espaço na carteira do público de alta renda

Coluna do Broadcast

30 de julho de 2019 | 04h00

Com a expectativa de a taxa Selic seguir rompendo recordes de baixa, os investidores continuam tirando cada vez mais dinheiro de aplicações com remuneração paralela ao juro básico. No primeiro semestre, a participação dos títulos e dos fundos de renda fixa caiu 6% na alocação média das carteiras dos investidores dos segmentos alta renda e private, passando para 35,49%, em relação aos primeiros seis meses do ano passado, de acordo com dados do Big Data SmartBrain.

De lá pra cá. O movimento é puxado pelos títulos públicos. Em contrapartida, os CDBs prefixados tiveram aumento de 11% na participação na parcela de renda fixa das carteiras, enquanto os títulos de crédito privado isentos de Imposto de Renda (IR), como os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA) e as debêntures de infraestrutura, avançaram 10%. O mercado espera que a taxa Selic caia do atual 6,50% para 5,50% até o fim deste ano.

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