Santander vende 20 mil meios de pagamento ‘vestíveis’ em meio à pandemia

Santander vende 20 mil meios de pagamento ‘vestíveis’ em meio à pandemia

Aline Bronzati

29 de maio de 2020 | 05h03

 

 

São Paulo, 29/05/2020 – A pandemia despertou nos consumidores maior interesse por tecnologias de pagamentos por aproximação (NFC, na sigla em inglês) diante das recomendações de segurança e saúde por conta da covid-19. O Santander Brasil vendeu 20 mil meios de pagamentos vestíveis, os chamados wearables, em apenas 45 dias. O banco tem um portfólio que vai de pulseiras, incluindo a versão com a marca Osklen, a fivelas de relógio.

Empurrão. Para motivar o interesse, o banco cortou o preço dos ‘acessórios’ em 50%. A nova base atraída em meio à covid-19 se soma ao total de 350 mil dispositivos móveis nas mãos de clientes do Santander, sem incluir as carteiras digitais como o aplicativo de cartões do banco Way e o Samsung Pay.

Agora vai. Em todo o mercado, o uso de meios de pagamentos que utilizam a tecnologia por aproximação, que até então engatinhava no País, ganhou fôlego por conta da pandemia. De janeiro a março, o volume transacionado explodiu 456%, para R$ 3,9 bilhões ante um ano, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

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