Sem transporte aéreo, demanda por segurança de cargas cresce 63% na Protege

Sem transporte aéreo, demanda por segurança de cargas cresce 63% na Protege

Cristiane Barbieri

05 de abril de 2020 | 05h00

O Grupo Protege registrou crescimento de 63% em março, na comparação com o mesmo mês de 2019, no segmento de transporte de cargas. Feito com caminhões totalmente blindados e quatro vigilantes armados dentro do veículo, o serviço Carga Segura tem atendido a empresas de eletrônicos, principalmente telecomunicações, que usavam transporte aéreo. As rotas aéreas domésticas encolheram em mais de 70% com a crise do coronavírus, especialmente na ponte aérea Rio-SP e na rota São Paulo-Espírito Santo.

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