Serviços de terminais alfandegados cresce em meio à pandemia

Fernanda Guimarães

07 de maio de 2020 | 05h00

A empresa de logística Localfrio, que atua com armazéns frigorificados e terminais alfandegados, observou em março, mês em que foi decretada a pandemia do novo coronavírus, um crescimento de 50% em relação a fevereiro de demanda por armazenamento de cargas importadas em seus terminais alfandegados nos portos de Saupe e Itajaí. No terminal catarinense, a companhia registrou crescimento de 30% no número de contêineres armazenados. O volume passou de 700 unidades em fevereiro, para 920 em março. Em abril bateu a marca de 1 mil contêineres.

Cash is the king. A maior procura pelo serviço de terminais alfandegados se deve à estratégia de importadores de equilibrar o fluxo de caixa, adiando a nacionalização de cargas e o pagamento de impostos e outras taxas.

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