Stone ataca mercado da PagSeguro e passa a disputar MEIs

Stone ataca mercado da PagSeguro e passa a disputar MEIs

Coluna do Broadcast

18 Dezembro 2018 | 04h00

A Stone, que recentemente abriu capital na bolsa de tecnologia Nasdaq, adentrou, sem fazer alarde, em um novo nicho: os microempreendedores individuais, os chamados MEIs, mercado descoberto pela PagSeguro no Brasil. Assim, além de atuar com o tradicional aluguel de maquininhas, passou também a vendê-las. Batizados de Stone Mais, são dois modelos de terminais disponíveis e ainda um cartão pré-pago para lojistas receberem o valor das transações, dispensando a necessidade de conta bancária, em linha com o perfil dos MEIs no Brasil.

Arena. A chegada da Stone deve aquecer ainda mais a disputa das adquirentes pelos microempreendedores no Brasil. A novata era uma das poucas que ainda não tinha se posicionado junto a este público. Neste ano, após a abertura de capital da PagSeguro, em janeiro, os grandes abriram os olhos para este segmento. A Cielo, que tem Bradesco e Banco do Brasil como controladores, comprou a Stelo para usar como uma segunda marca – já teria comercializado um total de 460 mil maquininhas; o Itaú Unibanco reavivou a Credicard, com a família Pop; e o Santander reforçou a sua operação de venda de terminais com a Super Get. Além dos grandes, Mercado Pago, plataforma de serviços financeiros do Mercado Livre, e a fintech SumUp também disputam os MEIs no Brasil. Procurada, a Stone não comentou.

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