Também na telemedicina, mulheres se cuidam mais e homens fogem de médicos

Também na telemedicina, mulheres se cuidam mais e homens fogem de médicos

Marcelo Mota

19 de abril de 2021 | 19h00

Médico atende paciente remotamente. Foto: Fabio H Mendes/E6 Imagens/Einstein

Mesmo no cenário de confinamento, as mulheres continuam cuidando mais da saúde, enquanto os homens mantêm distância de médicos. Um ano após a telemedicina receber o sinal verde do Senado, a Allianz Seguros constatou que as usuárias do Allianz Saúde responderam por 68% dos atendimentos médicos ou terapêuticos a distância.

Mais familiarizados com a comunicação remota, jovens entre 24 e 28 anos foram os que mais usaram a ferramenta, respondendo por 17,3% do uso total. Se expandida a faixa até 38 anos, esse grupo respondeu por mais da metade dos teleatendimentos.

Cuca

Dentre as 40 especialidades oferecidas remotamente, o atendimento psicoterápico foi o mais buscado, com 38% do total. Bem à frente de clínica médica, com 18%, seguida por ginecologia e obstetrícia e dermatologia, com 8% dos acionamentos, cada. O número de atendimentos realizados equivale a 2,7 acionamentos por segurado.

O pico foi registrado em agosto e setembro, e novamente em janeiro. O levantamento compilou os dados de 4 mil atendimentos realizados no Allianz Saúde, de abril do ano passado a janeiro.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 19/04, às 15h27.

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