Troca no conselho da Cielo traz perfil de desinvestimentos ao colegiado

Troca no conselho da Cielo traz perfil de desinvestimentos ao colegiado

Coluna do Broadcast

02 de agosto de 2019 | 04h00

A troca do representante do Banco do Brasil no Conselho de Administração da Cielo, anunciada ontem, já foi uma pista do plano do banco de sair da empresa. Com a renúncia do vice-presidente do BB, Carlos Hamilton, após apenas 175 dias no assento, o colegiado aprovou a indicação do assessor especial do presidente do banco, Mauro Ribeiro Neto.

Missão? Ribeiro Neto é considerado especialista em desinvestimentos, com parte de sua carreira dedicada ao tema. Não foi coincidência sua chegada ao BB na esteira da orientação do governo federal de enxugar o tamanho das instituições públicas. Até aqui, ao menos, o nome da Cielo ainda não tinha sido citado oficialmente na lista de ativos que o banco quer se desfazer.

Quem sou eu. Graduado em Direito, pós-graduado em Direito Empresarial e cursando mestrado em Direito Constitucional, Ribeiro Neto foi procurador da Fazenda Nacional (PGFN), membro do Grupo Executivo da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR). Comandou ainda o Departamento de Governança e Avaliação de Estatais, ligado ao antigo Ministério do Planejamento.
Não sei. Procurada, a Cielo afirma desconhecer qualquer assunto dessa natureza. BB e Bradesco não comentaram.

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