Venda de ações do IRB Brasil Re já foi cogitada no governo Temer

Venda de ações do IRB Brasil Re já foi cogitada no governo Temer

Coluna do Broadcast

05 Fevereiro 2019 | 05h23

A venda de ações do ressegurador IRB Brasil Re detidas pelo Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc), administrado pela Caixa Econômica Federal, já foi cogitada no governo de Michel Temer. No entanto, a operação não foi para frente uma vez que “esqueceram” de incluí-la no orçamento da União de 2018. Esse ano, a venda das ações do IRB foi inserida nas contas como dedução aos custos do Programa de Financiamento Estudantil (Fies) no valor de cerca de R$ 2 bilhões.

Enamorado. Já a venda do controle do IRB Brasil Re não deve sair agora. Há um longo caminho a ser percorrido antes, incluindo questões societárias. Além disso, a transação não foi incluída no orçamento da União. Assim, a venda do controle do IRB deve ficar só para 2020. A União detém o controle do ressegurador juntamente com Bradesco, Itaú Unibanco e Banco do Brasil e a venda não agrada a todos. Um namoro com a gigante Berkshire Hathaway, do megainvestidor norte-americano Warren Buffett, por intermédio do JPMorgan, foi iniciado ainda na época da abertura de capital do IRB, em julho de 2017, mas não avançou para um enlace.

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