Vendas de cloroquina caem 56% com restrições da Anvisa

Vendas de cloroquina caem 56% com restrições da Anvisa

Cynthia Decloedt

24 de julho de 2020 | 05h00

Presidente Jair Bolsonaro fala com seu apoiadores. O presidente permanece em isolamento após ser diagnosticado com
COVID 19 FOTO GABRIELA BILO/ ESTADAO

A cloroquina, medicamento alvo de intensa polêmica sobre seu uso para o tratamento do covid-19, vem registrando queda em suas vendas desde meados de maio, apesar de ter ganho na figura do presidente Jair Bolsonaro seu garoto-propaganda. O principal motivo foram as restrições à venda nas farmácias impostas pela Anvisa, assim como as dificuldades de abastecimento com o isolamento. O resultado, segundo levantamento InterPlayers, hub de negócios da saúde e bem-estar, foi queda nas vendas da cloroquina de 56% na semana de 18 de julho, em relação à semana de 22 de fevereiro.

Amplo. Além de ser usado para o tratamento da malária, a cloroquina está associada a tratamentos de doenças reumáticas e autoimunes. Para se ter uma ideia, do crescimento de 114% na intenção de compras de medicamentos pela classe terapêutica musculo-esqueleto entre 1 de dezembro de 2019 a 18 de julho, apenas 20% não estavam associados à cloroquina.

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