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Brasil será campeão da Copa e Grécia sai na 1ª fase

28 de maio de 2010 | 15h19

Mais um banco estrangeiro aposta que o Brasil vai ganhar a Copa do Mundo da África do Sul. Depois de Jim O´Neill, do Goldman Sachs, agora é a vez do dinamarquês Danske Bank prever o hexacampeonato brasileiro.
 
O banco acredita que a final, no dia 11 de julho, será entre Brasil e Alemanha. “Assim como na ‘vida real’, a nação emergente vencerá a nação desenvolvida”, escrevem os analistas da instituição.
 
Para chegar a essa conclusão, o Danske Bank usa um modelo matemático complexo, que leva em consideração o nível de renda dos países, o tamanho da população, a tradição e história do futebol, a seleção atual, a presença de jogadores estrelas e a sede dos jogos. Portanto, uma mistura de dados econômicos e esportivos.
 
Será que funciona? “O modelo é baseado nos resultados das últimas quatro competições, mas é a primeira vez que o usamos para projetar”, afirmou à Agência Estado o economista-chefe do banco, Lars Christensen.
 
O Danske Bank parte da tese de que, quanto mais rico for um país, mais poderá investir no futebol. Além disso, uma população maior possui mais chances de ter bons jogadores. Quem tem tradição na área, encoraja a formação de novos esportistas. E, claro, há craques que podem definir o mundial, conclui o banco.
 
O modelo usado pela instituição mostra que os países periféricos da Europa, abalados pela crise de dívida soberana, também não devem conseguir consolo com o futebol. Portugal, Espanha e Itália disputarão entre si sem sucesso – até que finalmente a Alemanha vencerá a Itália, “uma profecia que pode ser simbólica”.
 
“A Grécia não fará melhor e deve ser eliminada na primeira fase”, avalia o banco.

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