Apesar do fator Itália, bolsas asiáticas fecham em alta

Yolanda Fordelone

20 de setembro de 2011 | 08h16

O rebaixamento do rating da dívida da Itália pela Standard & Poor’s afetou as Bolsas da Ásia nesta terça-feira, mas não a ponto de provocar perdas. A maioria dos mercados da região terminou no campo positivo, mas com ganhos limitados pela crise de débito da Europa. Os investidores estão otimistas e à espera da reunião de dois dias do Comitê de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) que tem início hoje.

Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, alavancada pelos bons números das empresas de telecomunicações em agosto. O índice Hang Seng subiu 96,85 pontos, ou 0,5%, e encerrou aos 19.014,80 pontos, com elevação no volume de negociações. China Unicom disparou 3,9% e China Mobile escalou 1,3%. Já a varejista de moda Esprit recuperou 2,7%. China Coal também recuperou 4,2%.

Já as Bolsas da China tiveram recuperação técnica, lideradas pelos produtores de cimento, por conta das expectativas de que a demanda do setor irá permanecer sólida, após Pequim reiterar que manterá o ritmo da construção de imóveis públicos. O índice Xangai Composto ganhou 0,4% e fechou aos 2.447,75 pontos. O índice Shenzhen Composto também ganhou 0,4% e terminou aos 1.071,60 pontos. Fujian Cement subiu 2,3% e Huaxin Cement adicionou 1,7%.

(Ricardo Criez e Roberto Carlos dos Santos, da Agência Estado)

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