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Bolsas asiáticas fecham sem sinal definido

Yolanda Fordelone

21 de outubro de 2011 | 08h06

As Bolsas da Ásia apresentaram números distintos. Fatores locais tiveram pesos diferentes na China e na Coreia do Sul. Descolados da ligeira alta em Wall Street, a maioria dos mercados fechou próximo da estabilidade, com os investidores andando de lado à espera do encontro de cúpula da União Europeia no domingo, que pode propor soluções para a crise da dívida europeia.

Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong. O índice Hang Seng ganhou apenas 42,62 pontos, ou 0,2%, e fechou aos 18.025,72 pontos – na semana, contudo, o índice acumulou queda de 2,6%. New World Development faturou 3,4%. China Coal Energy teve alta de 3,3%.

A Bolsa de Tóquio fechou em leve baixa um pregão apático, que antecedeu importantes reuniões de cúpula no fim de semana e o início do pesado fluxo de balanços das companhias japonesas, na próxima semana. As ações da Tokyo Electric Power (Tepco) e da Olympus, no entanto, caíram fortemente, mais uma vez com grande volume de negócios. O índice Nikkei 225 recuou 3,26 pontos, ou 0,04%, para 8.678,89 pontos.

Na China, os mercados fecharam novamente no menor nível em 31 meses por causa das preocupações sobre a economia doméstica. O índice Xangai Composto baixou 0,6% e encerrou aos 2.317,27 pontos, o pior fechamento desde 25 de março de 2009 – na semana, o índice acumulou queda de 4,7%. O índice Shenzhen Composto caiu 1,6% e terminou aos 959,12 pontos. O setor de recursos liderou a baixa: Shandong Gold-Mining perdeu 4%; PetroChina cedeu 0,9%. Já os bancos tiveram bom desempenho: Hua Xia Bank adicionou 2% e China Minsheng Banking subiu 1,9%.

As informações são da Dow Jones

(Hélio Barboza e Ricardo Criez, da Agência Estado)

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