Bolsas da Ásia apresentam sinais mistos

Yolanda Fordelone

22 de novembro de 2011 | 08h29

As bolsas asiáticas fecharam sem sinal definido. O impasse sobre os planos para a redução do déficit dos Estados Unidos e as preocupações com a dívida da Europa estiveram no foco dos investidores da região. Outros mercados, contudo, reagiram positivamente a fatores locais.

Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, onde o índice Hang Seng recuperou-se das perdas verificadas no meio da sessão e teve alta de 0,1%, fechando aos 18.251,59 pontos. O mercado foi sustentado pela compra de ações de empresas com exposição global, como as operadoras portuárias Cosco Pacific (+1,8%) e Li & Fung (+3,4%). Várias empresas de internet chinesas também subiram, como Alibaba.com (+7,7%) e Tencent Holdings (+3,4%). Já no setor financeiro, China Construction Bank baixou 1,1% e Bank of China caiu 2%.

A Bolsa de Tóquio fechou na mínima do ano pelo segundo dia consecutivo, em meio às preocupações com a crise da dívida soberana da Europa, combinada com a notícia de que o comitê especial do Congresso dos EUA não conseguiu chegar a um acordo para a redução do déficit orçamentário. O índice Nikkei desceu 33,53 pontos, ou 0,4%, para 8.314,74 pontos.

Já as Bolsas da China voltaram a fechar estáveis. As incertezas econômicas globais e as preocupações domésticas sobre a redução do crescimento chinês pesaram no sentimento dos investidores. O índice Xangai Composto caiu apenas 0,1%, ou 2,50 pontos, e terminou aos 2.412,63 pontos. O índice Shenzhen Composto ficou estável em 1.031,17 pontos. As empresas de cimento e de metais ficaram no campo negativo.

As informações são da Dow Jones

(Hélio Barboza, Ricardo Criez e Roberto Carlos dos Santos, da Agência Estado)

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