Bolsas da Ásia fecham sem tendência definida

Estadão

20 de agosto de 2012 | 08h25

Ricardo Criez e Roberto Carlos dos Santos

TÓQUIO – A maioria dos mercados asiáticos fechou o pregão desta segunda-feira no campo negativo. Não houve negociações nas Filipinas por ser feriado.

A Bolsa de Hong Kong fechou praticamente estável, com o Hang Seng caindo apenas 11,80 pontos, para 20.104,27 pontos. Os investidores direcionaram o foco para as companhias individuais, após elas apresentarem seus balanços do primeiro semestre. Estes foram os casos de Tingyi, que teve rali de 5%, e China Resources Power, que saltou 4,9%. China Merchants Bank deslizou 1,4%. A peso pesado China Mobile recuou 1,6%.

Já a Bolsa de Xangai, na China, apresentou queda, liderada pelo declínio nas imobiliárias,com as preocupações sobre uma possível nova rodada de medidas de restrição ao setor. O Xangai Composto caiu 0,4% e terminou aos 2.106,96 pontos. Por sua vez, o Shenzhen Composto subiu 0,3%, aos 879,25 pontos. China Vanke recuou 1,3% e Gemdale perdeu 2,4%.

A Bolsa de Tóquio fechou em ligeira alta nesta segunda-feira. A persistente desvalorização do iene ajudou as ações de exportadoras, como Nikon e Canon, a sacudir as vendas induzidas em Komatsu e Hitachi Construction Machinery por causa de rebaixamento de rating.

O Nikkei adicionou apenas 8,66 pontos, ou 0,1%, e terminou aos 9.171,16 pontos, após alta de 0,8% na sessão de sexta-feira – no intraday, contudo, o índice superou a marca dos 9.200 pontos, no maior nível desde 8 de maio. O volume de negociações foi fraco, com 1,32 bilhão de ações.

Na avaliação de Kenichi Hirano, analista de mercado da Tachibana Securities, à medida que o Nikkei mostrou recuperação e voltou ao seu nível de fins de abril, as perspectivas de novas desvalorizações do iene são chave para permitir que o retardatário interesse dos investidores empurre os preços para cima. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:

açõesÁsiabolsaChinahong kongtóquio

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.