Bovespa ignora morte do ditador coreano e abre em alta

Yolanda Fordelone

19 de dezembro de 2011 | 11h03

O clima positivo nos mercados americano e europeu influenciam a abertura da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O Ibovespa abriu em alta de 0,03%, a 56.133 pontos.

Os mercados americanos reagem à melhora de indicadores do país divulgados recentemente. Na sexta-feira, por exemplo, foi divulgado que o índice de preços ao consumidor (CPI) ficou estável nos EUA em novembro na comparação com outubro, refletindo queda nos custos do segmento de energia, a qual minimizou pequena alta nos preços dos alimentos e outros itens.

Na Europa, há expectativa com uma teleconferência entre os ministros de finanças da região para discutir a ampliação dos recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) em 200 bilhões de euros. “Será definido o aporte de cada país participante do FMI”, diz o operador da Renascença, Luiz Roberto Monteiro. A teleconferência começa às 13 horas.

No momento, a Bolsa de Londres avança %, Paris, %, Frankfurt, %, e Madri %. O dólar recua %, a R$.

Na Ásia, o dia foi de luto e temor por conta da morte do ditador da Coreia do Norte Kim Jong-il. A notícia fez as bolsas caírem. “Há um temor de que o sucessor, provavelmente o filho de Kim, adote uma linha mais dura de mostrar poder para o Japão e Coreia do Sul, fazendo testes nucleares, por exemplo”, explica Monteiro. Por enquanto, porém, a notícia só afeta os mercados locais, não atingindo o Ocidente.

(Com Agência Estado)

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